Os EUA voltaram a reconquistar o primeiro lugar no ranking dos supercomputadores mais rápidos do planeta, com a criação do Sequoia por parte da IBM, destronando o K, fabricado pela Fujitsu. Esta super máquina é capaz de realizar contas que demorariam a ser realizadas por toda a população mundial cerca de 320 anos, em apenas uma hora.

O Sequoia é 1,55 vezes mais rápido do que o modelo japonês e utiliza mais de 1,5 milhão de processadores, mais da metade do que o concorrente asiático.
A tecnologia de ponta irá servir principalmente para conduzir simulações que ajudem o país a estender a vida útil das suas armas nucleares em processo de deterioração, evitando a necessidade de fazer testes.
O Sequoia encontra-se no Laboratório Nacional de Lawrence Livermore, na Califórnia, que pertence ao Departamento de Energia americano.
Este supercomputador da IBM também é o mais eficiente do ponto de vista energético, já que consome cerca de 7,9 megawatts, enquanto o japonês K precisa de 12,6 megawatts para funcionar.
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